sábado, 3 de maio de 2008

Plano de estudos - versão final

Link para:
plano de estudos
Versão final

Rio Grande do Sul X MatemáticaXpedagogia da autonomia

Resolvi não só fazer um levantamento dos assuntos, mas também colocar o porque os acho desafiadores.Adoro trabalhar com Estudos Sociais, porém vejo muita dificuldade em levar assuntos às vezes muito além do imaginável ou da realidade dos alunos.E alguns passaram a ser verdadeiros desafios no sentido de que métodos e estratégias eu usaria para torná-los interessantes.Gosto muito desses livros¹ com que trabalho há dois anos, porém em alguns momentos o vocabulário sai muito do usual dos alunos e torna difícil a compreensão.No entanto o que mais me chama atenção neles é o encarte do manual do professor.De lá retirei algumas questões para colocar nessa atividade.
Foi a primeira vez que olhei com atenção o manual de um livro didático (que feio!)e me dei conta quantas vezes criticamos esse recurso sem estudá-lo na íntegra.O livro didático de matemática me parece muito mais útil,adequado e sensato depois que passei a estudar os materiais indicados na disciplina do PEAD e a partir dali comecei a entender a proposta do mesmo.

Livros didáticos de Estudos Sociais:

1. Referências bibliográficas:
Moreira, Igor-Geografia: Rio Grande do Sul, São Paulo, Ática, 2004.
Piletti, Felipe – História:Rio Grande do Sul,São Paulo,2004.

“Dessas considerações resulta que em ciência, não há verdades absolutas nem conhecimento definitivo; ele deve estar em permanente reelaboração. Isso vale para alunos e professores, cada qual em seu nível de domínio cognitivo da matéria tratada”.

De tudo isso ainda posso relacionar com o começo do livro que estou lendo Pedagogia da autonomia.E preciso ter ética para ensinar,mas uma ética que parta de dentro,que seja verdadeira em seu propósito.Não adianta abrir um livro,mandar ler ou copiar.Repetir a matéria como um gravador.É preciso que façamos daquele discurso,o nosso autêntico discurso.Ter firmeza e acreditar no que estamos dizendo,conscientes de nosso papel e de nossa influência no ensino aprendizagem,senão viveremos num vazio e numa insatisfação eternos.

domingo, 20 de abril de 2008

sábado, 19 de abril de 2008

Pensei , já que estou por aqui vou aproveitar e registrar a "febre peadiana" que me pegou.Acho que não foi nenhum mosquito , até porque lá na escola talvez eu seja o próprio mosquito ...

Bem, cansada da sujeira (funcionária aposentou-se,funcionário que ficou enfeita a escola) e da velha sala na qual passo a maior parte do meu dia...
Pensando no desanimo de meus alunos quando entram nessa sala...
Pensando também porque ali não pode ser um lugar mais agradável..Por quê??? Porquê não????
Bem, fui chamada de louca, boba (fazendo obra para o governo)
Mas não lembro da senhora secretária nem da excelentíssima srª Yeda estudarem no Ana Neri, mas...
Enfim...
Lembrei até da atividade que fizemos no primeiro semestre,Com um novo olhar minha sala de aula...
Surtei quando o vírus da matemática me atacou junto com a bactéria da "pedagogia da autonomia",aí a crise foi total! Reuni os alunos.Cada dia um trazia merenda,vendiam.Eram números e mais números,cálculos e mais cálculos.O dinheiro foi crescendo,o valor também.As contas ficaram maiores e a empolgação também!Tudo era motivo de contas!!!!!
Aí veio a febre!A febre da transformação,e o resultado está aí ao lado!!Veja as fotos! passei uma semana inteira tirando móveis do lugar,limpando paredes,lixando...Depois veio a pintura:da sala, da porta ,dos armários.Não contente , troquei a decoração.A sala está cheia de pufs e com cortinas novas.Escolhi tudo com maior amor do mundo!!
Detalhe sórdido,comentou-se a boca pequena que tudo isso fiz almejando a direção! hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Que piada!Logo agora que descobri que sou muito mais útil para a humanidade dentro da sala de aula!É colegas,o vírus pegou mesmo,e talvez o povo do Ana Neri tenha razão:estou louca!!
Mas já diziam os Mutantes:Mais louco é quem me diz que não é feliz!!!
bem,mas não terminou aí.Gastei 162 reais e tínhamos 58,50 em caixa (detalhe,arrecadados em 2 semanas)Após (mais) contas os alunos descobriram que falatava dinheiro (eureca) e resolveram voltar a vender merenda semana que vem para cobrir os gastos que tivemos, e depois na outra para arrecadar passagem para aqueles que não tiverem para irmos ao passeio no barco Martim Pescador (viu prof.Edson o senhor também é culpado da virose) onde trataremos de conhecimentos de preservação ambiental e localização do Guaíba e nossa na cidade (Estudos Sociais).gente,estão percebendo?!?
Ah, e depois ,vai ser prá comprar material esportivo para nossas turmas ,como bolas,cordas,bambolês e sei lá mais o quê!Afinal os coitadinhos foram contaminados.Além deles ,os pais é claro.Poucos ,mas o suficiente prá todas essas mudanças.E sei que esses vão contagiar outros,é certo!!!!
Bem ,não consegui dar conta de todas minhas tarefas do PEAD essa semana , inclusive estou atrasada com Seminário e meu plano de estudos e também com Ciências.Paciência,acho que é a primeira vez desde que ingressei no curso,mas com certeza,prá mim vai valer a pena a correria e o atraso.Tive até pena de deixar minha sala na sexta feira.Depois das fotos já houveram outras mudanças - reformas.Agora tem até um pai que vai conseguir uma lixadeira emprestada prá gente passar um sinteko no chão.Planos...
Resumindo,os alunos AMARAM! Estão mais calmos e amáveis,interessados e amigos,meus principalmente!Estou muito feliz!
Bom feriado a todos!
Ah! Olhem as fotos!

dificuldades ao ensinar cálculos



registro essa atividade de matemática porque me chamou atenção a várias mudanças que vem ocorrendo em minhas aulas após o início desse curso.
Como vocês trabalham as quatro operações com seus alunos?
Sempre começava o ano com as quatro operações ao mesmo tempo.Fui percebendo a grande dificuldade dos alunos em relação há alguns processos “básicos” necessários em sua compreensão para realização de outros cálculos.Então, faz dois anos que parto do que os alunos sabem, ou que tem como pré-requisito.Então antes de iniciar a multiplicação e/ou divisão, retomo a adição por um bom tempo e a subtração.Percebendo que a maioria consegue efetuar variados tipos dessas operações, passo as outras duas.
Quais são as maiores dificuldades apresentadas por eles?A primeira dificuldade que percebo é no momento de armar a conta.O valor relativo do algarismo não está assimilado então cinco unidades podem passar a ser colocada na “casinha” das centenas.Aliás, a concepção das ordens raramente está clara para os alunos que recebo na turma, por vezes nem o sistema de numeração.Gera outra dificuldade, a noção de por onde iniciar a operação, por qual ordem.
Perceber que do zero não se pode tirar nada, porque ele não tem, é a representação do próprio nada faz com que eles invertam a conta, diminuindo de baixo para cima, por exemplo.
Noto com isso, que os alunos não tem noções básicas assimiladas, algumas consideradas pré-requisitos na 3ª e 4ª séries para poder seguir o que me indica o currículo dessas séries.
Outra dificuldade se apresenta na hora de “pedir emprestado” nas subtrações, ás vezes eles fazem como no zero, subtraem de baixo para cima.Outras vezes eles somam.Agora estudando os processos de aprendizagem, as formas de ajudar o raciocínio matemático e todo esse material sobre campo aditivo, vejo como é desperdício ficar colocando os conteúdos para cumpri o currículo, se não aprendem o essencial, fazer contas de cabeça, usar o raciocínio dedutivo, encontrar hipóteses e possíveis soluções.
Como vocês as "contornam"?
Procuro utilizar material concreto como palitos, tampinhas, mas não tinha usado como apresentado no vídeo.Gosto de usar o dominó de contas, de um lado as operações e no outro dominó se procura a ponta com a resposta para poder encaixar.O bingo também, uso “cantando” a operação e o número da cartela deve ser a resposta.
Além disso, retomo toda noção de cada ordem.Procurava usar o caderno para esse conteúdo e quando comecei com material concreto, houve uma resistência porque a maioria trabalha com reciclagem, aproveitando financeiramente quase todo tipo de sucata.
Também utilizo um livro didático.Não era muito adepta de livros que recebíamos, afinal nunca era nenhum dos que havíamos escolhido previamente.Mas esse ano consegui compreender esse de matemática que tenho utilizado bastante, pois acredito que os exercícios são bastante adequados e de acordo com a forma que tento ensinar as ordens e trabalhar o sistema decimal.Esse livro simula o uso do material dourado (que infelizmente só temos um exemplar na escola). A partir daí, começo a armar as contas dentro das “casinhas” ( QVL ).
Para trabalhar o entendimento de que o zero representa o nada, utilizo tudo que estiver a disposição. Esvazio estojo, mostro folha em branco, peço que façam o mesmo, tiro todos da sala ou pergunto se estão todos na sala quantos na fila e depois representamos essas situações com o zero.Também utilizo uma música que encontrei num cd de tabuadas, cantando eles vão gravando a informação.
Além disso, para resolver a s operações digo que contem onde der, na cabeça, nos dedos, nos palitinhos.Que podem juntar, tirar, agrupar, enfim, que tentem resolver.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

NÚMEROS E OPERAÇÕES

Números e operações – Atividade 2
Para uma turma de terceira série

ATIVIDADE ELABORADA
Como estamos trabalhando com regras de convivência, temos na sala um quadro-mural, onde estão listados os itens sugeridos pelos alunos para serem observados no dia-a-dia.Cada item tem um símbolo que representa uma avaliação que é feita por eles mesmos todos os dias da semana.
Resolvi adaptar segundo as referências que li² para fazer essa atividade de matemática, colocando em cada símbolo um número (valor).

Na final de cada dia, somamos a pontuação recebida em cada item, trocando mentalmente o símbolo por seu valor de pontos.Após essa dedução inicial foram surgindo outros questionamentos.Quanto preciso para chegar ao máximo de pontos possível de alcançar se eles conseguissem todos itens com corações, por exemplo.O mesmo vale para se conseguirem todos com estrelas.
Alguns sugeriram que refizéssemos os cálculos analisando quanto estamos perto do pior conceito, sendo tudo zero.Eles mesmos deduziram que ficariam com o mesmo valor, pois zero sendo representação de nada, não teríamos nada para tirar, resultando sempre o número de partida.Então propus que calculassem a partir do concito “triângulo”, pontuação 4 em todos os itens.
No final, somada a pontuação, ficou anotada no mural e na sexta-feira serão somadas notas de todos os dias da semana.Colocarei fotos no meu blog.





OBSERVAÇÕES
Poucos participavam no início, achei até que por dificuldade de efetuar os cálculos mentalmente.Mas depois notei que ao perceberem que os colegas que tinham “coragem” de dar suas respostas normalmente estavam acertando podendo ser idênticas às que guardavam para si e que mesmo se erravam, não tinha nenhum tipo de reprimenda, foram ganhando confiança e aumentou consideravelmente a participação efetiva na atividade.
Na quarta – feira já sabiam os valores da cada símbolo sem olhar na tabela.Alguns contaram nos dedos e outros rabiscaram na classe, ou no caderno, palitinhos, bolinhas.
Quando os valores aumentaram, logo que passaram de quarenta, começaram a pedir para armar no caderno, pois era mais fácil.Então aproveitei para testar a sugestão da revista.Eles me disseram que assim é fácil, porque também, é só desmanchar o número!Estando em partes menores, depois é só juntar de novo (associação na adição).E a partir daí surgiram outras soluções.




ADAPTAÇÕES
Gostaria de mais além, trabalhar com comparações de valores de um dia para o outro, de uma semana para outra.usando diferenças.
Fazer também somas por itens, por exemplo, qual foi à média dessa semana para o item “fila”.Analisar a partir daí se os acontecimentos foram positivos, onde podemos melhorar.
Tentei encontrar uma alternativa no que fazer quando os que têm o raciocínio do cálculo mental mais acelerado e já dizem a resposta antes mesmo da maioria sequer começar a efetuar o processo.Pensei então, em pedir que escrevam a resposta numa folha e que conferimos depois.Tirou um pouco da agitação e da euforia, mas assim todos puderam participar da atividade.

REFERÊNCIAS
1. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0201/aberto/teoria.pdf
2. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0200/aberto/teoria.pdf
Quando me dei conta da minha ansiedade anterior à apresentação da minha síntese, ao mesmo tempo me coloquei no lugar dos meus alunos.Aliás, esse tipo de solidariedade tem acontecido bastante desde que iniciei o PEAD.Fiquei pensando se eu tinha feito todas as atividades, preparei meu portfólio e a síntese para apresentá-lo, se eu que todos os dias falo em público e domino a oratória estava naquela insegurança imaginei os meu alunos então...Passei a ver a leitura oral sobre outra ótica.
O melhor de tudo foi o apoio das colegas, incentivando e tentando diminuir a minha insegurança.Fiquei admirada com a apresentação das colegas, pois cada uma trouxe um aspecto estudado no semestre com pouquíssimas repetições de assunto.
Minha maior apreensão era os 10 minutos, os quais achava que não conseguiria preencher, que não teria tanto para falar.
Qual a minha surpresa ao término da apresentação percebo que não falara tudo que tinha anotado e pretendido colocar ao grupo.
Empolguei-me com a s experiências práticas relativas à música, teatro e literatura, as quais fui colocando naturalmente os conhecimentos adquiridos e hoje concluo que foi tão fácil porque assimilei realmente, e por experimentação, por vivência e prática.Ou seja, tudo que estudei e aprendi na teoria, tive a oportunidade de colocar em prática e fazer observações e reflexões à cerca.
Senti mais dificuldade realmente na disciplina de ludicidade, porque gostaria de ter estudado e lido todos os materiais que me dispuseram, mas realmente não tive tempo para isso devido às exigências da escola consegui fazer só o realmente necessário.Se tivesse outro semestre com essa disciplina acharia ótimo, envolve assuntos que me interessam muito.Na disciplina de Artes também gostaria de ter me aprofundado mais, mas vejo que a semente já está brotando, pois tenho trabalhado bem mais com as produções livres, de técnicas variadas e que propiciem as construções pessoais, utilizando a crítica, análise e percepção próprias.
O que me chama atenção, é que, no começo desse semestre 2008, aquilo que realmente aprendi me marcou de tal forma que esses conhecimentos surgem naturalmente conforme as novas disciplinas e suas novas atividades vão surgindo e solicitando-os.

domingo, 30 de março de 2008

link para minha linha do tempo

Visitando outros blogs de colegas,acho que uns dez agora à noite, encontrei a linha de tempo da Mara.Bastante diferente da forma que eu fiz,bem mais aplicada a área da informática.Fiquei me perguntando se não deixei o emocional falar alto demais devido às lembranças e acabei esquecendo um pouco da informática...Mas achei ótimo o trabalho da colega,da mais alta qualidade,parabéns!!!
Neuza,comparando nossas linhas de tempo,vi que conseguiste captar mais detalhes,foste mais além do que eu.Achei muito completa e enriquecedora tua descrição dos fatos.Parabéns!
Não consegui ver outras,talvez amanhã,ou depois...De qualquer forma o sono está vencendo a batalha hehehe
Beijos
Minha linha do tempo pode ser visualizada aqui:

http://www.xtimeline.com/timeline/Inform-225-tica-da-educa-231-227-o-no-Brasil-x-minha-vida

linha do tempo-reflexão

Nossa,foi incrível,entrei no túnel do tempo!!!
Li os textos e depois comecei a procurar algum material que me ajudasse a lembrar o que eu fazia naqueles períodos.
Encontrei (bem escondido) um antigo diário desde 1978 até 1989!!
gente,como eu "falava" com Jesus.Eu escrevia cartas e cartas prá ele.Quando foi (e porque foi que eu deixei de fazer isso?
Como as amizades eram importantes na minha adolescêcia,prá elas eu sempre tinha tempo.E como todo adolescente eu me sentia altamente incompreendida.Algumas fases me causaram muita tristeza lembrar.Como quando tive de abandonar a faculdade...Mas com outras eu ri muito sozinha.
Cheguei a pesquisar no you tube os seriados que via quando era criança,de Vila Sésamo,Ultraman,Poderosa Ísis e o Sítio do Pica Pau.Quiz fazer uma comparação com os de agora e suas idéias.
Como eu era feliz e não sabia.
Mas valeu,foi muito bom.Os momentos ruins me fizeram concluir que tudo passa e que não fica sempre ruim!
A minha vida melhorou muito em todos aspectos e eu como pessoa,cresci muito.As transformações na área da informática foram demoradas e de uma luta constante,mas estão aí,cada vez com força maior.Acompanhando as transformações do país e como a própria educação,andando à passos lentos,crescendo na medida que se buscava transformações também na educação,década de 70.Hoje se tornou um dos maiores apoios na área da educação,tudo se busca na internet,e se encontra.Lembro quando surgiram na mídia os primeiros computadores,parecia algo futurista,tão distante...
Só lamento que todas pessoas,principalmente alunos,não tenham acesso à este aliado que é o computador.

sábado, 29 de março de 2008

matemática começando...

Por não poder estar indo todas as terças,(tem um local que dou aulas só terças e quintas,não tem como faltar quatro seguidas),perdi a presencial de matemática.Mesmo assim no feriadão de Páscoa,li todos materiais,atividades e solicitações e tentei realizar o que foi pedido,fiz um comentário das atividades que experimentei.Salvei e guardei nos meus arquivos,aguardando poder entrar num grupo
Publico aqui algumas das minhas impresssões,já que não consegui ainda um grupo para intercâmbio.
A brincadeira de tirar objetos em sala de aula, já a tinha feito algumas vezes.Os alunos adoram e ficam tentando advinhar o que é antes mesmo de descrever suas características.
Sinceramente, quanto ao jogo do coisin, não entendi “coisinha” nenhuma...Só fui entender depois que fiz o “Kaduko”,rsrsrs.
O jogo de par ou ímpar foi muito fácil talvez por envolver conhecimentos que já possuía sobre esse assunto.Não sei se poderia utilizar em sala de aula, na íntegra, pois conceitos como números primos não trabalhamos na série que atuo na escola.
Já o jogo dos nós vou tentar fazê-lo com pedaços de corda,mas penso que se torna mais "útil" ao propósito se apresentado no papel mesmo, achei muito interessante e que pode ajudar a desenvolver o raciocínio lógico.
Não pude participar da primeira aula presencial, talvez tenham realizado os jogos de baralho, que são feitos em grupo.Estou imprimindo para jogar com minha irmã, que está fazendo o curso extensivo ao ensino médio, de magistério.
Coloco o link da minha atividade 2 no pbwiki,se quiser olhar...
Beijocas

http://sidaufrgs.pbwiki.com/FrontPage

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

mpb para crianças,ritmo e andamento





Finalmente consegui colocar as fotos que tirei das crianças trablhando com MPB!!!!!!tentei no webfólio,não consegui(não sei se é o tamanho das fotos) lá gostaria que ilustrasssem o trabalho,como foi solicitado.tentei no pbwiki,muito menos...
Bem,ao lado na galeria, as crianças estão desenhando as músicas que ouviram e que escolheram no CD para trabalhar,que foram "peru" e "a casa".
Aqui elas estão marcando ritmo com pés,palmas e balanço dos braços,forma que eles encontraram para a parte lenta da casa.
FELIZ 2008 à todos!!!!!!

domingo, 30 de dezembro de 2007

ser criança

Estou aprendendo ainda. Diga-se de passagem, recém começando. Para mim também tudo é novidade, mas sinto uma enorme satisfação em oferecer estes momentos aos alunos. Estou buscando minha criança interior. Sei que está aqui, em algum lugar. Assim como as estrelas mesmo que não as vejamos, estão no céu. Assim como os sonhos. Ávida, as necessidades, as responsabilidades, me levaram a ser “adulta”. Não tem tempo para brincar. Mas eu fujo de vez em quando, e brinco quando jogo capoeira, e brinco quando danço de porta bandeira. Costumo dizer que não sou eu ali, parece que é outra pessoa (é a criança que da o ar da graça). E por eu saber como e bom brincar quero cada vez mais proporcionar esta satisfação aos meus alunos. Senão for pelos conteúdos que no meu ver não e o mais importante quando se trata de brincar na aula, que seja pela convivência, por aprender a respeitar regras e limitações, perceber que ganhar ou perder faz parte da vida e que ganhar não e o mais importante.
Descobrir o prazer de estar com os outros, educando para uma sociedade menos individualista, refletir, criar, superar...São tantos aspectos positivos para utilizar ou brincar.
Então vale a pena apostar!
Coloquei algumas fotos para mostrar minha criança interior...
Quando penso no assunto proposto “brincar em sala de aula” me vem à mente que talvez o medo do caos e a possibilidade de perder o controle (e quem sabe não reavê-lo) é que nos impeça de utilizar o lúdico em nosso dia-a-dia.Também pelas conversas que travei a esse respeito, surgiu a questão do despreparo, dos colegas quererem saber como fazer para inserir proveitosamente o brincar, para que não se torne apenas preencher tempo, ”encher lingüiça”.Ainda um terceiro aspecto é levantado: a agressividade de alguns alunos (na minha escola, a maioria) que acabam destruindo os jogos apresentados ou agindo com extrema violência nas brincadeiras com os colegas...

Infelizmente o famoso horário da cancha (subentenda-se da educação física), que seria ótimo para trabalhar os jogos no pátio, são utilizados para corrigir, planejar, ou simplesmente ter alguns momentos de (descanso mental). Os alunos são colocados lá dentro com uma bola de vôlei e de futebol e às vezes uma corda. Alguém mais já viu isto acontecer? A realidade é esta, professores que PRECISAM (não acredito que seja opção) fazer 60 horas, querem chegar em casa, jantar e dormir. Então acabam usando todo momento que puderem para atividades que precisariam fazer em seu tempo de lazer e descanso.

Depois que passamos a jogar e brincar mais vezes na sala, os alunos melhoraram consideravelmente seu relacionamento uns com os outros.

porque os alunos não sonham?

Na minha escola os jogos não são usados sós em dia de chuva, pior, ás vezes nem em dias de chuva.Na minha sala tenho usado sempre que possível, principalmente depois do início dessa interdisciplina.Pouco como ferramenta de aprendizagem, pelo menos não com esse intuito, mais como lazer, prazer, descontração mesmo.Mesmo assim tenho na sala vários e diversos jogos, entre eles dominós de frações e tabuadas, jogos de passo a passo com dados envolvendo conhecimentos sobre meio ambiente, corpo humano, saúde, temas transversais.Mas eles adoram mesmo é o bingo.Então faço bingo com tabuada.
Percebi que é preciso otimizar o tempo na escola para contemplar um horário para brincar e jogar, mas que também não precisa ser pré-determinado, apenas previsto que exista.
Não trabalho com crianças pequenas, tem 3ª e 4ª séries e noto que já tem mais interesse em jogos com regras e dificuldades a superar, também jogos de construção, como estudei nos textos.Foi muito bom comparar a teoria com a prática.

ludicidade-teatro-música

Acho que o teatro pode ser um ótimo instrumento para trabalhar com os sonhos.É um momento em que podemos vestir uma personagem, brincar de ser qualquer coisa que quisermos.Ou estar num ambiente que nos agrade, pelo menos não estar naquele que não nos contenta.
Quando trabalhei com mpb para as crianças, consegui passar um pouco do meu sonho de que eles sonhassem.Falamos como Vinicius de Moraes teve sua trajetória, que desde cedo sonhava com a música e buscou realizar-se com ela.Já é um começo, mas busco mais idéias para tirá-los da mesmice e do que consideram irreversível como destino.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007




DESENHOS DOS ALUNOS EM TRABALHO COM MPB-VINICIUS DE MORAES
Meu sonho como professora é descobrir uma forma de despertar o interesse dos alunos pela aprendizagem.Mas não aquela aprendizagem curricular-tradição.Quero muito que eles se motivem para descobrir, para ir além, buscar outros horizontes.Sonho com os alunos querendo ser mais do que lhes parece ser seu destino.É triste vê-los na sala de aula por obrigação, por fome Ou por ser melhor que ficar em casa...Meu sonho é apresentar formas de sucesso, não precisa ser de aprovação, apenas de sucesso, tão positivos que eles percebam que foram até ali, podem ir mais longe.Gostaria de chegar na aula e encontrá-los dispostos e ansiosos por novos saberes, novos conhecimentos e aprendizagens.Mas na maioria das vezes, eles nem abrem a boca (a não ser pra se xingarem).Sei que essa vontade está lá, dentro deles, como as estrelas que estão no céu mesmo de dia ou nublado...Mas como despertá-los?Na verdade, refletindo sobre isso mesmo que coloquei aqui, posso resumir meu sonho como professora: Gostaria que eles também sonhassem com algo, com algo que vá além do que ele já tem como certeza.Afinal os sonhos são uma incerteza que vamos invertendo conforme buscamos por eles.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007


aqui tentei colocar um vídeo das crianças na aula ,desenhando e depois fazendo a marcação do ritmo com pés ,braços e o corpo todo.Nãao aparece nada.Vou tentar descobrir a falha e postar outra vez.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Não basta só criticar,reclamar,constatar a dura realidade dia após dia!! Percebi com essas leituras,o poder de transformação está na educação!Nós somos agentes intermediários dessa transformação que tanto queremos para a sociedade.
Concordo que os professores devam tomar alguma iniciativa.Mas um só não basta.Vejo pela minha experiência.Festa junina da escola,fundo musical:funk.As meninas fizeram apresentações nesse mesmo ritmo,dançando até o chão...Quando questionei,ouvi um \"deixa,é isso que eles gostam de ouvir\".Ma não seria o nosso papel exatamente oferecer outros ritmos,trabalhar com eles tipos de músicas próprios para essa ocasião,mostrando através desse momento também que existem sim,outros tipos de música.E que podemos (ou não) nos divertir ouvindo essas músicas,dançando quadrilha?Afinal existe um mundo além da vila...Porém se ninguém apresentá-los os alunos nunca saberão se gostam ou não.
Trabalho numa comunidade miserável e realmente até para contar histórias às vezes preciso trocar algumas palavras mais rebuscadas para facilitar o entendimento.Mas ritmo e melodia não requerem conhecimento do Aurélio.Músicas instrumentais por exemplo,nao tem letras.
Concordo plenamente,para se conquistar ouvintes,basta apresentar-lhes a música.Levei os alunos para assistirem o \"Concerto para juventude\" patrociado pelo Banrisul.Eles ficaram o tempo todo muito atentos,com excessao de um ou outro que já são agitados por natureza,a turma ficou completamente extasiada,alguns até boquiabertos.Dei continuidade ao trabalho na sala de aula com desenhos dos instrumentos que viram lá.Quando quiz trazer mais música do tipo que ouvimos,descobri que não temos aparelho de som funcionando na escola.É a velha e boa escola pública...Muitas vezes o professor quer fazer algo mas esbarra nesse tipo de empecilho.Mas não me dei por vencida e trouxe um som de casa.Porém sei que nem todos podem agir da mesma forma!Penso também,que seria muito bom se as empresas apoiassem algum projeto que levasse as orquestras até as escolas e/ou vice-versa,pois muitos alunos não tiveram condições de ir por que não conseguimos ônibus para todos.