No semestre que se inicia tenho alguns objetivos em mente. primeiramente pretendo entregar meus trabalhos pontualmente, o que vinha fazendo até o Eixo III e não consegui mais cumprir no IV.Claro, tive diversos empecilhos, fiz um curso de extensão, fiquei sem internet porque mudei de residência e ainda a CPU do meu micro deu pane.Alguns foram resolvidos, no entanto continuo sem internet devido ao lugar onde moro não ter alcance para cabeamento.mas foi assim que comecei o curso e consegui superar.Para resolver já contatei empresa que pode oferecer o serviço , só dependendo de um comprovante de residência que ainda não tenho.Além disso pretendo organizar melhor meu tempo, deixando um horário fixo para o PEAD.
Eu espero nesse semestre compreender melhor como funciona e se organiza o sistema educacional e de que forma pode interagir e contribuir para a melhoria da educação como um todo. O que me chamou a atenção foi a interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação. Estudamos o que é e como pode ser utilizado um Projeto desse mas agora acredito que poderemos partir para uma participação mais efetiva , pelo menos no meu caso, bem mais.Minha escola tem um PP porém não apropriou-se dele , muitas colegas acham-no dissociado do cotidiano dos alunos e de suas expectativas.Portanto acredito que será um ótimo momento para aliar a teoria e a prática,um dos princípios norteadores desse curso.teremos reuniões para elaborar um PP , onde poderei levar as contribuições advindas desse curso e ao mesmo tempo, trazer nosso trabalho para contribuir como forma de análise.
E a psicologia sempre é um campo interessante, até porque muitas vezes nos identificamos e até nos compreendemos melhor ao abordá-la. pelo prazer que tive no Eixo I ao estuda-la, espero que essa interdisciplina continue me auxiliando , agora no trabalho com jovens e adultos.
Para todas as minhas expectativas, vejo as mesmas atitudes para alcançá-las: determinação. disposição,otimização de tempo, empenho, dedicação,participação,integração,humildade e amor ao que faço.
É com esses atributos que pretendo se Deus quiser vencer mais essa etapa.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
importância de Estudos Sociais
Importância de Estudos Sociais no currículo escolar
Nas séries iniciais a disciplina de Estudos Sociais compreende o estudo da geografia e da história regionais, ampliando-se conforme a série ou ano em que se trabalha.
Dessa forma encontram-se inseridos aspectos locais, que são vistos como conteúdos, englobando hidrografia, clima, vegetação, relevo, história, entre outros. Observando sob essa ótica pode passar despercebido a real importância de termos, inserido em nosso currículo programático, os Estudos Sociais. Acredito que essa disciplina pode contemplar muito maios do que somente conteúdos. Estes servem de orientação para trabalharmos competências e habilidades necessárias e muito úteis em outras disciplinas também.
Inúmeras possibilidades se apresentam ao pensarmos na dimensão que Estudos Sociais podem alcançar. É através dessa disciplina que podemos levar os alunos a conscientizarem-se de seu lugar no mundo, que fazem parte de uma comunidade e que esta tem uma história construída ao longo do tempo, mas que pode ser modificada por eles. Quando observam o seu dia-a-dia , com suas atividades rotineiras , seus costumes , seu ambiente , podem ser orientados a buscar a memória de sua comunidade , fatos e hábitos que servem como registros históricos.Aí estamos trabalhando tempo e espaço com as habilidades de observar , interpretar , analisar e registrar .É importante nesse campo valorizar os relatos pessoais , a memória oral , como bem maior da comunidade , aqui trabalhando questões como etnia , religiosidade , tradição , cultura. Num momento em que se fala tanto em globalização, é natural fazermos ligações desses dados colhidos com a sua participação e/ou inserção na região e no mundo. Mas é partindo do espaço em que vive e onde tem suas experiências cotidianas que ficará mais fácil compreender essa relação com o contexto maior que estão inseridos.Não podemos mais viver como se fossemos os detentores do saber e o aluno um receptáculo desses conhecimentos.A sociedade mudou , as famílias mudaram .
O aluno hoje em dia tem mais recursos à sua disposição do que há algum tempo atrás. Faz-se necessário buscar seu interesse , atraí-los para a escola , despertar o gosto pelo saber , a curiosidade.
“Tem=se então que o conhecimento é construído cognoscente em uma relação com seu mundo exterior, encarado como objeto cognoscível. Entre a realidade e o conhecimento há, portanto, uma elaboração fecunda do aprender. ¹
Nesse ponto de vista o professor é agora um orientador, um facilitador, que através de atividades educativas, propostas e experiências, conduz os alunos a reelaborarem a sua realidade. Processo no qual o professor torna-se também um aprendente.
“Aprender é reconstruir pela descoberta.” ²
E o que se propõe em Estudos Sociais é que essa descoberta parta do espaço do aluno, daquilo que ele já sabe ou que já conhece ampliando esse conhecimento até que consiga elaborar uma noção maior de tempo e espaço, de acordo com o estágio em que se encontra.
Além disso, as matérias da escola, ou disciplinas, não podem ser consideradas de forma individualizada. não se pode compreender o espaço por exemplo , sem trabalhar com outras áreas como a biologia , a hidrografia , a geologia , flora , fauna , etc.Língua portuguesa engloba os trabalho diversos com textos ,seja para leitura , compreensão ou interpretação , como na produção individual , coletiva , elaboração de análises , pesquisas , reflexões.Em Matemática abrangemos amplas possibilidades , como trabalhos com escalas , elaboração de gráficos , de linhas de tempo , usando figuras e sólidos geométricos , grandezas e medidas , frações , algarismos romanos , etc.Podemos relacionar Estudos Sociais ainda com Artes na confecção de maquetes ,trabalhos com argila , desenhos , conhecimentos de artes , esculturas , gravuras , literaturas diversas , expressões artísticas de época e características de grupos sociais variadas , música , etc.
Mais ainda, tratando de assuntos relativos ao próprio aluno englobados por essa disciplina, de sua brida em sociedade, seus hábitos, podemos tratar de temas transversais como ética, saúde, meio ambiente, diversidade cultural. A cada vez que pensarmos em espaço que se ocupa podemos falar da questão ambiental e o que aconteceu com o meio ambiente de determinada região durante sua ocupação ou um certo período de tempo.Estando o espaço sempre mudando o que lhe dá significado e lhe traz sentido podem ser as sensações e experiências que o indivíduo traz na memória , resgatados através de lembranças e fatos relevantes para ele.Assim percebem que as mudanças ocorridas não impediram que o passado existisse e que seja lembrado.”Espaço é tempo acumulado , é história geografizada”³.Mais um motivo para tratarmos assuntos relativos ao espaço e ao tempo integradamente , ou seja , em Estudos Sociais , como por exemplo ao fazer uma linha do tempo do aluno e de sua família e/ou comunidade.
Por fim, baseando-se no autoconhecimento e reconhecendo o valor da sua comunidade acredito que o aluno fortalecerá sua auto – estima e vai consolidando uma ética necessária para se tornar cidadão, aprendendo a respeitar e valorizar também as diferenças e diversidades existentes. Mas não devemos
deixar de ampliar esses conhecimentos , pois ninguém vive em território isolado e é necessário entender como o restante do universo e da sociedade interagem e afetam nossa vida e nosso espaço , de um modo geral.
Ao estruturamos nosso trabalho partindo do conhecimento prévio de nossos alunos, suas realidades e interesses, poderemos tornar nossas aulas muito mais produtivas, eficazes e os objetivos alcançados, porque ocorrerá uma identificação dos alunos com os assuntos, lhes parecendo muito mais coerentes, relevantes e interessantes.
E trabalhar com o cotidiano com o cotidiano, com as vivências e experiências pessoais não é fator limitante para o trabalho que pode ser feito em aula. A proposta é analisar , fazer uma reflexão crítica , pensar sobre o que está tão imbuído internamente.Precisamos para efetivar essa proposta , realmente conhecer o contexto sócio cultural de nossos alunos , de suas famílias , e levá-lo a entender como o passado e a história de sua família e de sua comunidade o levaram a chegar nesse momento , dessa forma , nessas circunstâncias , compreendendo o tempo como uma sucessão de fatos.Ainda aqui a importância de Estudos Sociais estar incluído no programa curricular , pois acredito seja desejo de todo educador , propiciar aos alunos opções , visões de vida e de mundo , esclarecer , formar cidadãos adeptos de uma sociedade igualitária e democrática , sem preconceitos , onde conscientemente exerça seus deveres e saiba exigir seus direitos com responsabilidade e ética , construindo uma vida digna e contribuindo para o bem comum.Que melhor disciplina para trabalharmos esses princípios que através de Estudos Sociais , com seu caráter formador , com tantos subsídios , estratégias e recursos disponíveis para auxiliar nossos alunos a construírem sua identidade como indivíduos e como cidadãos de bem.
Simone Ribeiro – 23/06/2008
Referências bibliográficas:
1. Pilletti,Felipe - História do Rio Grande do Sul , Ed.Atica, 2006 (pensamento Piaget/Emilia Ferreiro)
2. Moreira , Igor – geografia do Rio Grande do Sul,Ed.Atica, 2006 ( frase de Paulo Freire)
3. Frase de Milton Santos, http://www.youtube.com/watch?v=IzTjR_X47pc
Nas séries iniciais a disciplina de Estudos Sociais compreende o estudo da geografia e da história regionais, ampliando-se conforme a série ou ano em que se trabalha.
Dessa forma encontram-se inseridos aspectos locais, que são vistos como conteúdos, englobando hidrografia, clima, vegetação, relevo, história, entre outros. Observando sob essa ótica pode passar despercebido a real importância de termos, inserido em nosso currículo programático, os Estudos Sociais. Acredito que essa disciplina pode contemplar muito maios do que somente conteúdos. Estes servem de orientação para trabalharmos competências e habilidades necessárias e muito úteis em outras disciplinas também.
Inúmeras possibilidades se apresentam ao pensarmos na dimensão que Estudos Sociais podem alcançar. É através dessa disciplina que podemos levar os alunos a conscientizarem-se de seu lugar no mundo, que fazem parte de uma comunidade e que esta tem uma história construída ao longo do tempo, mas que pode ser modificada por eles. Quando observam o seu dia-a-dia , com suas atividades rotineiras , seus costumes , seu ambiente , podem ser orientados a buscar a memória de sua comunidade , fatos e hábitos que servem como registros históricos.Aí estamos trabalhando tempo e espaço com as habilidades de observar , interpretar , analisar e registrar .É importante nesse campo valorizar os relatos pessoais , a memória oral , como bem maior da comunidade , aqui trabalhando questões como etnia , religiosidade , tradição , cultura. Num momento em que se fala tanto em globalização, é natural fazermos ligações desses dados colhidos com a sua participação e/ou inserção na região e no mundo. Mas é partindo do espaço em que vive e onde tem suas experiências cotidianas que ficará mais fácil compreender essa relação com o contexto maior que estão inseridos.Não podemos mais viver como se fossemos os detentores do saber e o aluno um receptáculo desses conhecimentos.A sociedade mudou , as famílias mudaram .
O aluno hoje em dia tem mais recursos à sua disposição do que há algum tempo atrás. Faz-se necessário buscar seu interesse , atraí-los para a escola , despertar o gosto pelo saber , a curiosidade.
“Tem=se então que o conhecimento é construído cognoscente em uma relação com seu mundo exterior, encarado como objeto cognoscível. Entre a realidade e o conhecimento há, portanto, uma elaboração fecunda do aprender. ¹
Nesse ponto de vista o professor é agora um orientador, um facilitador, que através de atividades educativas, propostas e experiências, conduz os alunos a reelaborarem a sua realidade. Processo no qual o professor torna-se também um aprendente.
“Aprender é reconstruir pela descoberta.” ²
E o que se propõe em Estudos Sociais é que essa descoberta parta do espaço do aluno, daquilo que ele já sabe ou que já conhece ampliando esse conhecimento até que consiga elaborar uma noção maior de tempo e espaço, de acordo com o estágio em que se encontra.
Além disso, as matérias da escola, ou disciplinas, não podem ser consideradas de forma individualizada. não se pode compreender o espaço por exemplo , sem trabalhar com outras áreas como a biologia , a hidrografia , a geologia , flora , fauna , etc.Língua portuguesa engloba os trabalho diversos com textos ,seja para leitura , compreensão ou interpretação , como na produção individual , coletiva , elaboração de análises , pesquisas , reflexões.Em Matemática abrangemos amplas possibilidades , como trabalhos com escalas , elaboração de gráficos , de linhas de tempo , usando figuras e sólidos geométricos , grandezas e medidas , frações , algarismos romanos , etc.Podemos relacionar Estudos Sociais ainda com Artes na confecção de maquetes ,trabalhos com argila , desenhos , conhecimentos de artes , esculturas , gravuras , literaturas diversas , expressões artísticas de época e características de grupos sociais variadas , música , etc.
Mais ainda, tratando de assuntos relativos ao próprio aluno englobados por essa disciplina, de sua brida em sociedade, seus hábitos, podemos tratar de temas transversais como ética, saúde, meio ambiente, diversidade cultural. A cada vez que pensarmos em espaço que se ocupa podemos falar da questão ambiental e o que aconteceu com o meio ambiente de determinada região durante sua ocupação ou um certo período de tempo.Estando o espaço sempre mudando o que lhe dá significado e lhe traz sentido podem ser as sensações e experiências que o indivíduo traz na memória , resgatados através de lembranças e fatos relevantes para ele.Assim percebem que as mudanças ocorridas não impediram que o passado existisse e que seja lembrado.”Espaço é tempo acumulado , é história geografizada”³.Mais um motivo para tratarmos assuntos relativos ao espaço e ao tempo integradamente , ou seja , em Estudos Sociais , como por exemplo ao fazer uma linha do tempo do aluno e de sua família e/ou comunidade.
Por fim, baseando-se no autoconhecimento e reconhecendo o valor da sua comunidade acredito que o aluno fortalecerá sua auto – estima e vai consolidando uma ética necessária para se tornar cidadão, aprendendo a respeitar e valorizar também as diferenças e diversidades existentes. Mas não devemos
deixar de ampliar esses conhecimentos , pois ninguém vive em território isolado e é necessário entender como o restante do universo e da sociedade interagem e afetam nossa vida e nosso espaço , de um modo geral.
Ao estruturamos nosso trabalho partindo do conhecimento prévio de nossos alunos, suas realidades e interesses, poderemos tornar nossas aulas muito mais produtivas, eficazes e os objetivos alcançados, porque ocorrerá uma identificação dos alunos com os assuntos, lhes parecendo muito mais coerentes, relevantes e interessantes.
E trabalhar com o cotidiano com o cotidiano, com as vivências e experiências pessoais não é fator limitante para o trabalho que pode ser feito em aula. A proposta é analisar , fazer uma reflexão crítica , pensar sobre o que está tão imbuído internamente.Precisamos para efetivar essa proposta , realmente conhecer o contexto sócio cultural de nossos alunos , de suas famílias , e levá-lo a entender como o passado e a história de sua família e de sua comunidade o levaram a chegar nesse momento , dessa forma , nessas circunstâncias , compreendendo o tempo como uma sucessão de fatos.Ainda aqui a importância de Estudos Sociais estar incluído no programa curricular , pois acredito seja desejo de todo educador , propiciar aos alunos opções , visões de vida e de mundo , esclarecer , formar cidadãos adeptos de uma sociedade igualitária e democrática , sem preconceitos , onde conscientemente exerça seus deveres e saiba exigir seus direitos com responsabilidade e ética , construindo uma vida digna e contribuindo para o bem comum.Que melhor disciplina para trabalharmos esses princípios que através de Estudos Sociais , com seu caráter formador , com tantos subsídios , estratégias e recursos disponíveis para auxiliar nossos alunos a construírem sua identidade como indivíduos e como cidadãos de bem.
Simone Ribeiro – 23/06/2008
Referências bibliográficas:
1. Pilletti,Felipe - História do Rio Grande do Sul , Ed.Atica, 2006 (pensamento Piaget/Emilia Ferreiro)
2. Moreira , Igor – geografia do Rio Grande do Sul,Ed.Atica, 2006 ( frase de Paulo Freire)
3. Frase de Milton Santos, http://www.youtube.com/watch?v=IzTjR_X47pc
problemas??
Problemas não convencionais
Os problemas não convencionais no meu entendimento são aqueles que exigem do aluno uma análise mais crítica de seus dados e de seu contexto. Em sua resolução desenvolve-se a criatividade, trabalha-se com diversidade de opções e é por onde podemos conduzir o aluno a buscar várias possibilidades para solucioná-los. Não é simples exercício com objetivo de reforçar as operações matemáticas e algoritmos.Os problemas não convencionais tem significado , despertam curiosidade pela descoberta dos caminhos que o levem até a solução.Para isso serve utilizarmos fatos do dia-a-dia dos alunos , instigando-os através de situações desafiadoras que sejam incentivo na busca de diferentes estratégias para resolução desses problemas.
Ao trabalhar com esses problemas desenvolverão, porque necessitarão a criatividade e a autonomia. O professor precisa ficar atento as formas com que as crianças vão resolvendo , encontrando soluções , observando de que maneiras raciocinam , quais suas alternativas , dificuldades e habilidades , para trabalhar com e a partir delas , servindo como orientador e mediador no desenvolvimento de novas capacidades.São problemas que podem apresentar diversas características:nem todos os dados mostrados necessariamente serão empregados na sua resolução , nem sempre terão solução , o que desenvolve o senso crítico através da habilidade de duvidar , a análise reflexiva e a dedução lógica.Um problema não convencional pode ainda , oferecer várias alternativas de soluções , que o aluno descobrirá por investigações que pode ser a mais correta.
EXEMPLO DE PROBLEMA NÃO CONVENCIONAL
Numa festa de aniversário encontraram-se duas amigas que não se viam há anos. Márcia e Ana contaram de suas vidas uma para outra.Márcia disse que trabalha as terças , quintas-feiras e sábados.Ana trabalha as segundas , quartas e sextas-feiras .As duas descansam e se divertem nos dias em que não trabalham.
Em qual dia elas se encontraram nessa festa de aniversário?
Simone Ribeiro
Os problemas não convencionais no meu entendimento são aqueles que exigem do aluno uma análise mais crítica de seus dados e de seu contexto. Em sua resolução desenvolve-se a criatividade, trabalha-se com diversidade de opções e é por onde podemos conduzir o aluno a buscar várias possibilidades para solucioná-los. Não é simples exercício com objetivo de reforçar as operações matemáticas e algoritmos.Os problemas não convencionais tem significado , despertam curiosidade pela descoberta dos caminhos que o levem até a solução.Para isso serve utilizarmos fatos do dia-a-dia dos alunos , instigando-os através de situações desafiadoras que sejam incentivo na busca de diferentes estratégias para resolução desses problemas.
Ao trabalhar com esses problemas desenvolverão, porque necessitarão a criatividade e a autonomia. O professor precisa ficar atento as formas com que as crianças vão resolvendo , encontrando soluções , observando de que maneiras raciocinam , quais suas alternativas , dificuldades e habilidades , para trabalhar com e a partir delas , servindo como orientador e mediador no desenvolvimento de novas capacidades.São problemas que podem apresentar diversas características:nem todos os dados mostrados necessariamente serão empregados na sua resolução , nem sempre terão solução , o que desenvolve o senso crítico através da habilidade de duvidar , a análise reflexiva e a dedução lógica.Um problema não convencional pode ainda , oferecer várias alternativas de soluções , que o aluno descobrirá por investigações que pode ser a mais correta.
EXEMPLO DE PROBLEMA NÃO CONVENCIONAL
Numa festa de aniversário encontraram-se duas amigas que não se viam há anos. Márcia e Ana contaram de suas vidas uma para outra.Márcia disse que trabalha as terças , quintas-feiras e sábados.Ana trabalha as segundas , quartas e sextas-feiras .As duas descansam e se divertem nos dias em que não trabalham.
Em qual dia elas se encontraram nessa festa de aniversário?
Simone Ribeiro
domingo, 22 de junho de 2008
frações e medidas
Antes de falarmos em frações, seu conceito e significação é importante termos trabalhado com as medidas e grandezas. Dessa forma os alunos conseqüentemente chegarão à dedução da necessidade de conhecerem os números racionais e de sua utilização,porque poderão perceber que precisarão representar partes de alguma coisa.Para essa representação,os números naturais que estão acostumados a utilizar,não são suficientes para o que precisará, resolver situações envolvendo pedaços , porções do todo.
Também ao introduzirmos as frações associando a idéia de medida, estaremos unindo essas duas idéias, o que ajudará as crianças mais além, a reconhecer as frações como números também.
Acho importante também, propiciar situações em que possam surgir diversas soluções vindas dos alunos e depois conversas sobre essas soluções e a forma como chegaram até elas.
No começo podemos relacionar o uso das frações a momentos do cotidiano, mostrando situações em que o uso dos números naturais não representa a quantidade que se quer. Todos os dias lidamos com pedaços , partes , porcentagens ; em contextos os mais variados e podemos aproveitar esses exemplos para tentar mostrar seu uso da forma mais variada possível.
* Algumas atividades como sugestão
a) usando uma régua cada aluno traça o seu contorno no caderno. Tentar dividir o desenho / contorno em partes iguais. Fazer vários desenhos, dividindo em 5, 6, 4, 3... partes iguais.
b) Com apoio do material de sucata (palitos de picolé, de fósforo, tampinhas) colocado em cima da mesa: cada aluno reparte o total em grupos semelhantes que visualmente pareçam ter ficado do mesmo tamanho. Contar a quantidade de material e relatar se continha a mesma, se estava muito ou pouco perto dos grupos serem iguais.
c) Em um pedaço de barbante de 50 cm darmos vários nós na tentativa de dividi-lo em seis partes iguais. Depois a professora orienta-os a dobrar o barbante para que fique dobrado em seis partes iguais. Então conferem se coincidem as dobraduras com os nós feitos anteriormente.
d) usar o Tangran (jogo chinês com partes de uma figura geométrica) antes de iniciar com frações podem “brincar” com o Tangran juntamente com outros jogos e até nos momentos de lazer. Pedir que os alunos tentassem formar figuras com as peças do jogo.
http://www.projetos.unijui.edu.br/matematica/amem/cabri_2/cabri2/area_peri_polig/tangran/recortar_quadrado.htm
e) Organizar a turma em grupos de três alunos e dar a cada grupo um conjunto de círculos, divididos em diferentes quantidades de partes, em número igual. Pedir que montassem o círculo utilizando peças/partes do mesmo tamanho. Contar quantas partes usou. Ir anotando no caderno o que está fazendo.
f) Distribuir pizzas, bolos, chocolates, enfim, torna-se a época da comilança. Utilizando as partes para levar à compreensão de que fazem parte de um todo que foi repartido igualmente.
Enquanto fazemos as divisões, desenhar o alimento e os “alunos” no quadro. Daí , vai-se fazendo variados tipos de desenhos.
g) Fazer vários desenhos e experimentações perguntando aos alunos, por exemplo, se é mais ou menos da metade.
* Dois copos com diferentes medidas de água, um cheio, outro mais ou menos que a metade.
Representar 15 na primeira figura e depois nas demais pintar na mesma proporção.
Como vamos ler?
Também ao introduzirmos as frações associando a idéia de medida, estaremos unindo essas duas idéias, o que ajudará as crianças mais além, a reconhecer as frações como números também.
Acho importante também, propiciar situações em que possam surgir diversas soluções vindas dos alunos e depois conversas sobre essas soluções e a forma como chegaram até elas.
No começo podemos relacionar o uso das frações a momentos do cotidiano, mostrando situações em que o uso dos números naturais não representa a quantidade que se quer. Todos os dias lidamos com pedaços , partes , porcentagens ; em contextos os mais variados e podemos aproveitar esses exemplos para tentar mostrar seu uso da forma mais variada possível.
* Algumas atividades como sugestão
a) usando uma régua cada aluno traça o seu contorno no caderno. Tentar dividir o desenho / contorno em partes iguais. Fazer vários desenhos, dividindo em 5, 6, 4, 3... partes iguais.
b) Com apoio do material de sucata (palitos de picolé, de fósforo, tampinhas) colocado em cima da mesa: cada aluno reparte o total em grupos semelhantes que visualmente pareçam ter ficado do mesmo tamanho. Contar a quantidade de material e relatar se continha a mesma, se estava muito ou pouco perto dos grupos serem iguais.
c) Em um pedaço de barbante de 50 cm darmos vários nós na tentativa de dividi-lo em seis partes iguais. Depois a professora orienta-os a dobrar o barbante para que fique dobrado em seis partes iguais. Então conferem se coincidem as dobraduras com os nós feitos anteriormente.
d) usar o Tangran (jogo chinês com partes de uma figura geométrica) antes de iniciar com frações podem “brincar” com o Tangran juntamente com outros jogos e até nos momentos de lazer. Pedir que os alunos tentassem formar figuras com as peças do jogo.
http://www.projetos.unijui.edu.br/matematica/amem/cabri_2/cabri2/area_peri_polig/tangran/recortar_quadrado.htm
e) Organizar a turma em grupos de três alunos e dar a cada grupo um conjunto de círculos, divididos em diferentes quantidades de partes, em número igual. Pedir que montassem o círculo utilizando peças/partes do mesmo tamanho. Contar quantas partes usou. Ir anotando no caderno o que está fazendo.
f) Distribuir pizzas, bolos, chocolates, enfim, torna-se a época da comilança. Utilizando as partes para levar à compreensão de que fazem parte de um todo que foi repartido igualmente.
Enquanto fazemos as divisões, desenhar o alimento e os “alunos” no quadro. Daí , vai-se fazendo variados tipos de desenhos.
g) Fazer vários desenhos e experimentações perguntando aos alunos, por exemplo, se é mais ou menos da metade.
* Dois copos com diferentes medidas de água, um cheio, outro mais ou menos que a metade.
Representar 15 na primeira figura e depois nas demais pintar na mesma proporção.
Como vamos ler?
Perguntas ???????
Fiquei muito satisfeita comigo ao refletir sobre o assunto sugerido: trabalhar com perguntas com os alunos. Esse sentimento veio porque por intuição já há algum tempo venho agindo em busca de um caminho melhor para a aprendizagem de meus alunos. tenho procurado aproveitar ao máximo as perguntas que surgem e criar um clima favorável para que surjam muitas mais.
Quando me fazem perguntas, não lhes dou prontamente a resposta. Procuro sempre levá-los a raciocinar sobre o que me perguntam.Devolvo a resposta sob forma de outra pergunta e assim sucessivamente até que cheguem a resposta que procuram por si mesmos.Sempre me questionei a respeito das “decorebas” , de gravar as informações por obrigação.Acho útil decorar as tabuadas , mas de nada servirão se não compreenderem o que é , como funciona e prá que serve o processo da multiplicação ,por exemplo. Nessa linha de pensamento que conduzo meu trabalho. Já consigo ouvir meus alunos, suas inquietações, seus anseios. E meu objetivo tem sido alcançado gradualmente. Procuro esforçar-me para melhorar minha relação com eles. Meu exemplo vem apoiado na sinceridade e na ética.
Falo daquilo que acredito e acredito naquilo que falo. tento criar um ambiente propício para as perguntas surgirem.evito ao máximo tornar seus questionamentos desnecessários.Em todas minhas aulas procuro levar a um pensamento crítico , à reflexão e a liberdade de expressão.Às vezes não é nada fácil , pois a maioria já está doutrinada no sistema do “cala a boca,quem manda sou eu”.
Um exercício que tenho praticado é buscar até nas perguntas mais descabidas (aquelas que alguns alunos fazem sem pensar, que não tem sentido naquele momento, ou só para atrapalhar a aula, chamar atenção...) algo que possa conduzir a uma reflexão, ou que se torne instigante, para formular novas perguntas ou novas argumentações.
E como estou sempre perguntando, querendo saber algo, acredito que incentivo isso nos meus alunos.
Procuro sim, ler as sugestões contidas nos rodapés e cantos dos livros didáticos de professor, e acredito que me auxilia bastante na forma de conduzir as discussões.
O mais importante é que aprendi a conversar com meus alunos, dar-lhes espaço, ouvir suas colocações.
Tudo que eles expõem tem importância para mim. Eles percebem isso , o que os torna mais confiantes e desafiadores de suas próprias limitações.
Quando me fazem perguntas, não lhes dou prontamente a resposta. Procuro sempre levá-los a raciocinar sobre o que me perguntam.Devolvo a resposta sob forma de outra pergunta e assim sucessivamente até que cheguem a resposta que procuram por si mesmos.Sempre me questionei a respeito das “decorebas” , de gravar as informações por obrigação.Acho útil decorar as tabuadas , mas de nada servirão se não compreenderem o que é , como funciona e prá que serve o processo da multiplicação ,por exemplo. Nessa linha de pensamento que conduzo meu trabalho. Já consigo ouvir meus alunos, suas inquietações, seus anseios. E meu objetivo tem sido alcançado gradualmente. Procuro esforçar-me para melhorar minha relação com eles. Meu exemplo vem apoiado na sinceridade e na ética.
Falo daquilo que acredito e acredito naquilo que falo. tento criar um ambiente propício para as perguntas surgirem.evito ao máximo tornar seus questionamentos desnecessários.Em todas minhas aulas procuro levar a um pensamento crítico , à reflexão e a liberdade de expressão.Às vezes não é nada fácil , pois a maioria já está doutrinada no sistema do “cala a boca,quem manda sou eu”.
Um exercício que tenho praticado é buscar até nas perguntas mais descabidas (aquelas que alguns alunos fazem sem pensar, que não tem sentido naquele momento, ou só para atrapalhar a aula, chamar atenção...) algo que possa conduzir a uma reflexão, ou que se torne instigante, para formular novas perguntas ou novas argumentações.
E como estou sempre perguntando, querendo saber algo, acredito que incentivo isso nos meus alunos.
Procuro sim, ler as sugestões contidas nos rodapés e cantos dos livros didáticos de professor, e acredito que me auxilia bastante na forma de conduzir as discussões.
O mais importante é que aprendi a conversar com meus alunos, dar-lhes espaço, ouvir suas colocações.
Tudo que eles expõem tem importância para mim. Eles percebem isso , o que os torna mais confiantes e desafiadores de suas próprias limitações.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
atividade de matemática com papel quadriculado
ATIVIDADE EF 5
ATIVIDADE PARA SER DESENVOLVIDA COM USO DO PAPEL QUADRICULADO
I PARTE:
Distribuir para manuseio um mapa dop RS confeccionado em folha de RX.
Distribuir folhas de papel quadriculado e ensinar a colocar as referências , números e letras , indicando as linhas.
II PARTE
Escrever no quadro verde as "coordenadas" a serem seguidas.Sugerir nessa primeira vez,que marquem com pontinhos onde as linhas se encontram.Em outras oportunidades pedir que inventem suas maneiras de ir marcando o trajeto.
Cada pontinho deve ser ligado ao outro na ordem colocada.
O produto final deve ser muito parecido com o mapa que manusearam e sugerir que confiram.
III PARTE
Poderão colorir os quadradinhos e meios quadradinhos que tiverem percorrido.Solicitar que escolham um número e localização de quadrados para representar a lagoa dos patos e a Mirim.


ATIVIDADE PARA SER DESENVOLVIDA COM USO DO PAPEL QUADRICULADO
I PARTE:
Distribuir para manuseio um mapa dop RS confeccionado em folha de RX.
Distribuir folhas de papel quadriculado e ensinar a colocar as referências , números e letras , indicando as linhas.
II PARTE
Escrever no quadro verde as "coordenadas" a serem seguidas.Sugerir nessa primeira vez,que marquem com pontinhos onde as linhas se encontram.Em outras oportunidades pedir que inventem suas maneiras de ir marcando o trajeto.
Cada pontinho deve ser ligado ao outro na ordem colocada.
O produto final deve ser muito parecido com o mapa que manusearam e sugerir que confiram.
III PARTE
Poderão colorir os quadradinhos e meios quadradinhos que tiverem percorrido.Solicitar que escolham um número e localização de quadrados para representar a lagoa dos patos e a Mirim.


trabalhando com papel quadriculado
Fotos da atividade EF% que não consegui publicar no pbwiki.
ATIVIDADE EF 5
ATIVIDADE PARA SER DESENVOLVIDA COM USO DO PAPEL QUADRICULADO
I PARTE:
Distribuir para manuseio um mapa dop RS confeccionado em folha de RX.
Distribuir folhas de papel quadriculado e ensinar a colocar as referências , números e letras , indicando as linhas.
ATIVIDADE PARA SER DESENVOLVIDA COM USO DO PAPEL QUADRICULADO
I PARTE:
Distribuir para manuseio um mapa dop RS confeccionado em folha de RX.
Distribuir folhas de papel quadriculado e ensinar a colocar as referências , números e letras , indicando as linhas.
terça-feira, 3 de junho de 2008
atividade tempo e espaço de estudos sociais
ESTÁGIOS DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE TEMPO 1º - Sensório motor: ligado as ações e experiências imediatas,passa pelo antes e pelo depois do que ele fez e depois para ações de outras pessoas. 2º - Intuitivo: Apóia-se na percepção espacial para calcular o tempo ( 9-10 anos) organiza os fatos pela sua dedução.3º - Operatório: Organiza os fatos baseado na compreensão de conjunto das relações de sucessão,simultaneidade e intervalos,ou seja, das durações.Ligação entre egocentrismo e reversibilidade numa relação inversa
ATIVIDADE COM CRIANÇAS Fiz a atividade sugerida na página 83 do livro : ANTUNES, Aracy do Rego; MENANDRO, Heloisa Fesch; PAGANELLI, Tomoko Iyda. Estudos Sociais: Teoria e Prática. Rio de Janeiro, ACCESS, 1999.
GIOVANNI:



ATIVIDADE COM CRIANÇAS Fiz a atividade sugerida na página 83 do livro : ANTUNES, Aracy do Rego; MENANDRO, Heloisa Fesch; PAGANELLI, Tomoko Iyda. Estudos Sociais: Teoria e Prática. Rio de Janeiro, ACCESS, 1999.
GIOVANNI:



· Giovanni Salvatori, 12 anos, 6ª série. Fez os desenhos muito mais rapidamente, não entendendo porque pedi tarefa tão simples.Quando separei os desenhos de recipientes e misturei, agiu rapidamente para ordená-los.Percebi que encontra-se claramente no estágio operatório pois utilizou sua compreensão dos fatos apresentados , estava concentrado e consciente da noção de que ao tempo que um recipiente esvaziava , enchia o outro.
Louise Azambuja, 7 anos, 2º ano.
Fez os desenhos naturalmente , inclusive achando muito fácil a tarefa. Ordenou corretamente os copos e as jarras, primeiramente na sequência que foi feita realmente e depois de recortadas as duplas, também conseguiu , ordenar os desenhos.Analiso como estando Lousie no estágio sensório – motor , pois pelo que percebi usou o que lembrava,sua experiência,o que tinha feito para organizar os seus desenhos.
Fez os desenhos naturalmente , inclusive achando muito fácil a tarefa. Ordenou corretamente os copos e as jarras, primeiramente na sequência que foi feita realmente e depois de recortadas as duplas, também conseguiu , ordenar os desenhos.Analiso como estando Lousie no estágio sensório – motor , pois pelo que percebi usou o que lembrava,sua experiência,o que tinha feito para organizar os seus desenhos.
sábado, 3 de maio de 2008
Rio Grande do Sul X MatemáticaXpedagogia da autonomia
Resolvi não só fazer um levantamento dos assuntos, mas também colocar o porque os acho desafiadores.Adoro trabalhar com Estudos Sociais, porém vejo muita dificuldade em levar assuntos às vezes muito além do imaginável ou da realidade dos alunos.E alguns passaram a ser verdadeiros desafios no sentido de que métodos e estratégias eu usaria para torná-los interessantes.Gosto muito desses livros¹ com que trabalho há dois anos, porém em alguns momentos o vocabulário sai muito do usual dos alunos e torna difícil a compreensão.No entanto o que mais me chama atenção neles é o encarte do manual do professor.De lá retirei algumas questões para colocar nessa atividade.
Foi a primeira vez que olhei com atenção o manual de um livro didático (que feio!)e me dei conta quantas vezes criticamos esse recurso sem estudá-lo na íntegra.O livro didático de matemática me parece muito mais útil,adequado e sensato depois que passei a estudar os materiais indicados na disciplina do PEAD e a partir dali comecei a entender a proposta do mesmo.
Livros didáticos de Estudos Sociais:
1. Referências bibliográficas:
Moreira, Igor-Geografia: Rio Grande do Sul, São Paulo, Ática, 2004.
Piletti, Felipe – História:Rio Grande do Sul,São Paulo,2004.
“Dessas considerações resulta que em ciência, não há verdades absolutas nem conhecimento definitivo; ele deve estar em permanente reelaboração. Isso vale para alunos e professores, cada qual em seu nível de domínio cognitivo da matéria tratada”.
De tudo isso ainda posso relacionar com o começo do livro que estou lendo Pedagogia da autonomia.E preciso ter ética para ensinar,mas uma ética que parta de dentro,que seja verdadeira em seu propósito.Não adianta abrir um livro,mandar ler ou copiar.Repetir a matéria como um gravador.É preciso que façamos daquele discurso,o nosso autêntico discurso.Ter firmeza e acreditar no que estamos dizendo,conscientes de nosso papel e de nossa influência no ensino aprendizagem,senão viveremos num vazio e numa insatisfação eternos.
Foi a primeira vez que olhei com atenção o manual de um livro didático (que feio!)e me dei conta quantas vezes criticamos esse recurso sem estudá-lo na íntegra.O livro didático de matemática me parece muito mais útil,adequado e sensato depois que passei a estudar os materiais indicados na disciplina do PEAD e a partir dali comecei a entender a proposta do mesmo.
Livros didáticos de Estudos Sociais:
1. Referências bibliográficas:
Moreira, Igor-Geografia: Rio Grande do Sul, São Paulo, Ática, 2004.
Piletti, Felipe – História:Rio Grande do Sul,São Paulo,2004.
“Dessas considerações resulta que em ciência, não há verdades absolutas nem conhecimento definitivo; ele deve estar em permanente reelaboração. Isso vale para alunos e professores, cada qual em seu nível de domínio cognitivo da matéria tratada”.
De tudo isso ainda posso relacionar com o começo do livro que estou lendo Pedagogia da autonomia.E preciso ter ética para ensinar,mas uma ética que parta de dentro,que seja verdadeira em seu propósito.Não adianta abrir um livro,mandar ler ou copiar.Repetir a matéria como um gravador.É preciso que façamos daquele discurso,o nosso autêntico discurso.Ter firmeza e acreditar no que estamos dizendo,conscientes de nosso papel e de nossa influência no ensino aprendizagem,senão viveremos num vazio e numa insatisfação eternos.
domingo, 20 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
Pensei , já que estou por aqui vou aproveitar e registrar a "febre peadiana" que me pegou.Acho que não foi nenhum mosquito , até porque lá na escola talvez eu seja o próprio mosquito ...
Bem, cansada da sujeira (funcionária aposentou-se,funcionário que ficou enfeita a escola) e da velha sala na qual passo a maior parte do meu dia...
Pensando no desanimo de meus alunos quando entram nessa sala...
Pensando também porque ali não pode ser um lugar mais agradável..Por quê??? Porquê não????
Bem, fui chamada de louca, boba (fazendo obra para o governo)
Mas não lembro da senhora secretária nem da excelentíssima srª Yeda estudarem no Ana Neri, mas...
Enfim...
Lembrei até da atividade que fizemos no primeiro semestre,Com um novo olhar minha sala de aula...
Surtei quando o vírus da matemática me atacou junto com a bactéria da "pedagogia da autonomia",aí a crise foi total! Reuni os alunos.Cada dia um trazia merenda,vendiam.Eram números e mais números,cálculos e mais cálculos.O dinheiro foi crescendo,o valor também.As contas ficaram maiores e a empolgação também!Tudo era motivo de contas!!!!!
Aí veio a febre!A febre da transformação,e o resultado está aí ao lado!!Veja as fotos! passei uma semana inteira tirando móveis do lugar,limpando paredes,lixando...Depois veio a pintura:da sala, da porta ,dos armários.Não contente , troquei a decoração.A sala está cheia de pufs e com cortinas novas.Escolhi tudo com maior amor do mundo!!
Detalhe sórdido,comentou-se a boca pequena que tudo isso fiz almejando a direção! hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Que piada!Logo agora que descobri que sou muito mais útil para a humanidade dentro da sala de aula!É colegas,o vírus pegou mesmo,e talvez o povo do Ana Neri tenha razão:estou louca!!
Mas já diziam os Mutantes:Mais louco é quem me diz que não é feliz!!!
bem,mas não terminou aí.Gastei 162 reais e tínhamos 58,50 em caixa (detalhe,arrecadados em 2 semanas)Após (mais) contas os alunos descobriram que falatava dinheiro (eureca) e resolveram voltar a vender merenda semana que vem para cobrir os gastos que tivemos, e depois na outra para arrecadar passagem para aqueles que não tiverem para irmos ao passeio no barco Martim Pescador (viu prof.Edson o senhor também é culpado da virose) onde trataremos de conhecimentos de preservação ambiental e localização do Guaíba e nossa na cidade (Estudos Sociais).gente,estão percebendo?!?
Ah, e depois ,vai ser prá comprar material esportivo para nossas turmas ,como bolas,cordas,bambolês e sei lá mais o quê!Afinal os coitadinhos foram contaminados.Além deles ,os pais é claro.Poucos ,mas o suficiente prá todas essas mudanças.E sei que esses vão contagiar outros,é certo!!!!
Bem ,não consegui dar conta de todas minhas tarefas do PEAD essa semana , inclusive estou atrasada com Seminário e meu plano de estudos e também com Ciências.Paciência,acho que é a primeira vez desde que ingressei no curso,mas com certeza,prá mim vai valer a pena a correria e o atraso.Tive até pena de deixar minha sala na sexta feira.Depois das fotos já houveram outras mudanças - reformas.Agora tem até um pai que vai conseguir uma lixadeira emprestada prá gente passar um sinteko no chão.Planos...
Resumindo,os alunos AMARAM! Estão mais calmos e amáveis,interessados e amigos,meus principalmente!Estou muito feliz!
Bom feriado a todos!
Ah! Olhem as fotos!
Bem, cansada da sujeira (funcionária aposentou-se,funcionário que ficou enfeita a escola) e da velha sala na qual passo a maior parte do meu dia...
Pensando no desanimo de meus alunos quando entram nessa sala...
Pensando também porque ali não pode ser um lugar mais agradável..Por quê??? Porquê não????
Bem, fui chamada de louca, boba (fazendo obra para o governo)
Mas não lembro da senhora secretária nem da excelentíssima srª Yeda estudarem no Ana Neri, mas...
Enfim...
Lembrei até da atividade que fizemos no primeiro semestre,Com um novo olhar minha sala de aula...
Surtei quando o vírus da matemática me atacou junto com a bactéria da "pedagogia da autonomia",aí a crise foi total! Reuni os alunos.Cada dia um trazia merenda,vendiam.Eram números e mais números,cálculos e mais cálculos.O dinheiro foi crescendo,o valor também.As contas ficaram maiores e a empolgação também!Tudo era motivo de contas!!!!!
Aí veio a febre!A febre da transformação,e o resultado está aí ao lado!!Veja as fotos! passei uma semana inteira tirando móveis do lugar,limpando paredes,lixando...Depois veio a pintura:da sala, da porta ,dos armários.Não contente , troquei a decoração.A sala está cheia de pufs e com cortinas novas.Escolhi tudo com maior amor do mundo!!
Detalhe sórdido,comentou-se a boca pequena que tudo isso fiz almejando a direção! hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Que piada!Logo agora que descobri que sou muito mais útil para a humanidade dentro da sala de aula!É colegas,o vírus pegou mesmo,e talvez o povo do Ana Neri tenha razão:estou louca!!
Mas já diziam os Mutantes:Mais louco é quem me diz que não é feliz!!!
bem,mas não terminou aí.Gastei 162 reais e tínhamos 58,50 em caixa (detalhe,arrecadados em 2 semanas)Após (mais) contas os alunos descobriram que falatava dinheiro (eureca) e resolveram voltar a vender merenda semana que vem para cobrir os gastos que tivemos, e depois na outra para arrecadar passagem para aqueles que não tiverem para irmos ao passeio no barco Martim Pescador (viu prof.Edson o senhor também é culpado da virose) onde trataremos de conhecimentos de preservação ambiental e localização do Guaíba e nossa na cidade (Estudos Sociais).gente,estão percebendo?!?
Ah, e depois ,vai ser prá comprar material esportivo para nossas turmas ,como bolas,cordas,bambolês e sei lá mais o quê!Afinal os coitadinhos foram contaminados.Além deles ,os pais é claro.Poucos ,mas o suficiente prá todas essas mudanças.E sei que esses vão contagiar outros,é certo!!!!
Bem ,não consegui dar conta de todas minhas tarefas do PEAD essa semana , inclusive estou atrasada com Seminário e meu plano de estudos e também com Ciências.Paciência,acho que é a primeira vez desde que ingressei no curso,mas com certeza,prá mim vai valer a pena a correria e o atraso.Tive até pena de deixar minha sala na sexta feira.Depois das fotos já houveram outras mudanças - reformas.Agora tem até um pai que vai conseguir uma lixadeira emprestada prá gente passar um sinteko no chão.Planos...
Resumindo,os alunos AMARAM! Estão mais calmos e amáveis,interessados e amigos,meus principalmente!Estou muito feliz!
Bom feriado a todos!
Ah! Olhem as fotos!
dificuldades ao ensinar cálculos


registro essa atividade de matemática porque me chamou atenção a várias mudanças que vem ocorrendo em minhas aulas após o início desse curso.
Como vocês trabalham as quatro operações com seus alunos?
Sempre começava o ano com as quatro operações ao mesmo tempo.Fui percebendo a grande dificuldade dos alunos em relação há alguns processos “básicos” necessários em sua compreensão para realização de outros cálculos.Então, faz dois anos que parto do que os alunos sabem, ou que tem como pré-requisito.Então antes de iniciar a multiplicação e/ou divisão, retomo a adição por um bom tempo e a subtração.Percebendo que a maioria consegue efetuar variados tipos dessas operações, passo as outras duas.
Quais são as maiores dificuldades apresentadas por eles?A primeira dificuldade que percebo é no momento de armar a conta.O valor relativo do algarismo não está assimilado então cinco unidades podem passar a ser colocada na “casinha” das centenas.Aliás, a concepção das ordens raramente está clara para os alunos que recebo na turma, por vezes nem o sistema de numeração.Gera outra dificuldade, a noção de por onde iniciar a operação, por qual ordem.
Perceber que do zero não se pode tirar nada, porque ele não tem, é a representação do próprio nada faz com que eles invertam a conta, diminuindo de baixo para cima, por exemplo.
Noto com isso, que os alunos não tem noções básicas assimiladas, algumas consideradas pré-requisitos na 3ª e 4ª séries para poder seguir o que me indica o currículo dessas séries.
Outra dificuldade se apresenta na hora de “pedir emprestado” nas subtrações, ás vezes eles fazem como no zero, subtraem de baixo para cima.Outras vezes eles somam.Agora estudando os processos de aprendizagem, as formas de ajudar o raciocínio matemático e todo esse material sobre campo aditivo, vejo como é desperdício ficar colocando os conteúdos para cumpri o currículo, se não aprendem o essencial, fazer contas de cabeça, usar o raciocínio dedutivo, encontrar hipóteses e possíveis soluções.
Como vocês as "contornam"?
Procuro utilizar material concreto como palitos, tampinhas, mas não tinha usado como apresentado no vídeo.Gosto de usar o dominó de contas, de um lado as operações e no outro dominó se procura a ponta com a resposta para poder encaixar.O bingo também, uso “cantando” a operação e o número da cartela deve ser a resposta.
Além disso, retomo toda noção de cada ordem.Procurava usar o caderno para esse conteúdo e quando comecei com material concreto, houve uma resistência porque a maioria trabalha com reciclagem, aproveitando financeiramente quase todo tipo de sucata.
Também utilizo um livro didático.Não era muito adepta de livros que recebíamos, afinal nunca era nenhum dos que havíamos escolhido previamente.Mas esse ano consegui compreender esse de matemática que tenho utilizado bastante, pois acredito que os exercícios são bastante adequados e de acordo com a forma que tento ensinar as ordens e trabalhar o sistema decimal.Esse livro simula o uso do material dourado (que infelizmente só temos um exemplar na escola). A partir daí, começo a armar as contas dentro das “casinhas” ( QVL ).
Para trabalhar o entendimento de que o zero representa o nada, utilizo tudo que estiver a disposição. Esvazio estojo, mostro folha em branco, peço que façam o mesmo, tiro todos da sala ou pergunto se estão todos na sala quantos na fila e depois representamos essas situações com o zero.Também utilizo uma música que encontrei num cd de tabuadas, cantando eles vão gravando a informação.
Além disso, para resolver a s operações digo que contem onde der, na cabeça, nos dedos, nos palitinhos.Que podem juntar, tirar, agrupar, enfim, que tentem resolver.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
NÚMEROS E OPERAÇÕES
Números e operações – Atividade 2
Para uma turma de terceira série
ATIVIDADE ELABORADA
Como estamos trabalhando com regras de convivência, temos na sala um quadro-mural, onde estão listados os itens sugeridos pelos alunos para serem observados no dia-a-dia.Cada item tem um símbolo que representa uma avaliação que é feita por eles mesmos todos os dias da semana.
Resolvi adaptar segundo as referências que li² para fazer essa atividade de matemática, colocando em cada símbolo um número (valor).
Na final de cada dia, somamos a pontuação recebida em cada item, trocando mentalmente o símbolo por seu valor de pontos.Após essa dedução inicial foram surgindo outros questionamentos.Quanto preciso para chegar ao máximo de pontos possível de alcançar se eles conseguissem todos itens com corações, por exemplo.O mesmo vale para se conseguirem todos com estrelas.
Alguns sugeriram que refizéssemos os cálculos analisando quanto estamos perto do pior conceito, sendo tudo zero.Eles mesmos deduziram que ficariam com o mesmo valor, pois zero sendo representação de nada, não teríamos nada para tirar, resultando sempre o número de partida.Então propus que calculassem a partir do concito “triângulo”, pontuação 4 em todos os itens.
No final, somada a pontuação, ficou anotada no mural e na sexta-feira serão somadas notas de todos os dias da semana.Colocarei fotos no meu blog.
OBSERVAÇÕES
Poucos participavam no início, achei até que por dificuldade de efetuar os cálculos mentalmente.Mas depois notei que ao perceberem que os colegas que tinham “coragem” de dar suas respostas normalmente estavam acertando podendo ser idênticas às que guardavam para si e que mesmo se erravam, não tinha nenhum tipo de reprimenda, foram ganhando confiança e aumentou consideravelmente a participação efetiva na atividade.
Na quarta – feira já sabiam os valores da cada símbolo sem olhar na tabela.Alguns contaram nos dedos e outros rabiscaram na classe, ou no caderno, palitinhos, bolinhas.
Quando os valores aumentaram, logo que passaram de quarenta, começaram a pedir para armar no caderno, pois era mais fácil.Então aproveitei para testar a sugestão da revista.Eles me disseram que assim é fácil, porque também, é só desmanchar o número!Estando em partes menores, depois é só juntar de novo (associação na adição).E a partir daí surgiram outras soluções.
ADAPTAÇÕES
Gostaria de mais além, trabalhar com comparações de valores de um dia para o outro, de uma semana para outra.usando diferenças.
Fazer também somas por itens, por exemplo, qual foi à média dessa semana para o item “fila”.Analisar a partir daí se os acontecimentos foram positivos, onde podemos melhorar.
Tentei encontrar uma alternativa no que fazer quando os que têm o raciocínio do cálculo mental mais acelerado e já dizem a resposta antes mesmo da maioria sequer começar a efetuar o processo.Pensei então, em pedir que escrevam a resposta numa folha e que conferimos depois.Tirou um pouco da agitação e da euforia, mas assim todos puderam participar da atividade.
REFERÊNCIAS
1. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0201/aberto/teoria.pdf
2. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0200/aberto/teoria.pdf
Para uma turma de terceira série
ATIVIDADE ELABORADA
Como estamos trabalhando com regras de convivência, temos na sala um quadro-mural, onde estão listados os itens sugeridos pelos alunos para serem observados no dia-a-dia.Cada item tem um símbolo que representa uma avaliação que é feita por eles mesmos todos os dias da semana.
Resolvi adaptar segundo as referências que li² para fazer essa atividade de matemática, colocando em cada símbolo um número (valor).
Na final de cada dia, somamos a pontuação recebida em cada item, trocando mentalmente o símbolo por seu valor de pontos.Após essa dedução inicial foram surgindo outros questionamentos.Quanto preciso para chegar ao máximo de pontos possível de alcançar se eles conseguissem todos itens com corações, por exemplo.O mesmo vale para se conseguirem todos com estrelas.
Alguns sugeriram que refizéssemos os cálculos analisando quanto estamos perto do pior conceito, sendo tudo zero.Eles mesmos deduziram que ficariam com o mesmo valor, pois zero sendo representação de nada, não teríamos nada para tirar, resultando sempre o número de partida.Então propus que calculassem a partir do concito “triângulo”, pontuação 4 em todos os itens.
No final, somada a pontuação, ficou anotada no mural e na sexta-feira serão somadas notas de todos os dias da semana.Colocarei fotos no meu blog.
OBSERVAÇÕES
Poucos participavam no início, achei até que por dificuldade de efetuar os cálculos mentalmente.Mas depois notei que ao perceberem que os colegas que tinham “coragem” de dar suas respostas normalmente estavam acertando podendo ser idênticas às que guardavam para si e que mesmo se erravam, não tinha nenhum tipo de reprimenda, foram ganhando confiança e aumentou consideravelmente a participação efetiva na atividade.
Na quarta – feira já sabiam os valores da cada símbolo sem olhar na tabela.Alguns contaram nos dedos e outros rabiscaram na classe, ou no caderno, palitinhos, bolinhas.
Quando os valores aumentaram, logo que passaram de quarenta, começaram a pedir para armar no caderno, pois era mais fácil.Então aproveitei para testar a sugestão da revista.Eles me disseram que assim é fácil, porque também, é só desmanchar o número!Estando em partes menores, depois é só juntar de novo (associação na adição).E a partir daí surgiram outras soluções.
ADAPTAÇÕES
Gostaria de mais além, trabalhar com comparações de valores de um dia para o outro, de uma semana para outra.usando diferenças.
Fazer também somas por itens, por exemplo, qual foi à média dessa semana para o item “fila”.Analisar a partir daí se os acontecimentos foram positivos, onde podemos melhorar.
Tentei encontrar uma alternativa no que fazer quando os que têm o raciocínio do cálculo mental mais acelerado e já dizem a resposta antes mesmo da maioria sequer começar a efetuar o processo.Pensei então, em pedir que escrevam a resposta numa folha e que conferimos depois.Tirou um pouco da agitação e da euforia, mas assim todos puderam participar da atividade.
REFERÊNCIAS
1. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0201/aberto/teoria.pdf
2. http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0200/aberto/teoria.pdf
Quando me dei conta da minha ansiedade anterior à apresentação da minha síntese, ao mesmo tempo me coloquei no lugar dos meus alunos.Aliás, esse tipo de solidariedade tem acontecido bastante desde que iniciei o PEAD.Fiquei pensando se eu tinha feito todas as atividades, preparei meu portfólio e a síntese para apresentá-lo, se eu que todos os dias falo em público e domino a oratória estava naquela insegurança imaginei os meu alunos então...Passei a ver a leitura oral sobre outra ótica.
O melhor de tudo foi o apoio das colegas, incentivando e tentando diminuir a minha insegurança.Fiquei admirada com a apresentação das colegas, pois cada uma trouxe um aspecto estudado no semestre com pouquíssimas repetições de assunto.
Minha maior apreensão era os 10 minutos, os quais achava que não conseguiria preencher, que não teria tanto para falar.
Qual a minha surpresa ao término da apresentação percebo que não falara tudo que tinha anotado e pretendido colocar ao grupo.
Empolguei-me com a s experiências práticas relativas à música, teatro e literatura, as quais fui colocando naturalmente os conhecimentos adquiridos e hoje concluo que foi tão fácil porque assimilei realmente, e por experimentação, por vivência e prática.Ou seja, tudo que estudei e aprendi na teoria, tive a oportunidade de colocar em prática e fazer observações e reflexões à cerca.
Senti mais dificuldade realmente na disciplina de ludicidade, porque gostaria de ter estudado e lido todos os materiais que me dispuseram, mas realmente não tive tempo para isso devido às exigências da escola consegui fazer só o realmente necessário.Se tivesse outro semestre com essa disciplina acharia ótimo, envolve assuntos que me interessam muito.Na disciplina de Artes também gostaria de ter me aprofundado mais, mas vejo que a semente já está brotando, pois tenho trabalhado bem mais com as produções livres, de técnicas variadas e que propiciem as construções pessoais, utilizando a crítica, análise e percepção próprias.
O que me chama atenção, é que, no começo desse semestre 2008, aquilo que realmente aprendi me marcou de tal forma que esses conhecimentos surgem naturalmente conforme as novas disciplinas e suas novas atividades vão surgindo e solicitando-os.
O melhor de tudo foi o apoio das colegas, incentivando e tentando diminuir a minha insegurança.Fiquei admirada com a apresentação das colegas, pois cada uma trouxe um aspecto estudado no semestre com pouquíssimas repetições de assunto.
Minha maior apreensão era os 10 minutos, os quais achava que não conseguiria preencher, que não teria tanto para falar.
Qual a minha surpresa ao término da apresentação percebo que não falara tudo que tinha anotado e pretendido colocar ao grupo.
Empolguei-me com a s experiências práticas relativas à música, teatro e literatura, as quais fui colocando naturalmente os conhecimentos adquiridos e hoje concluo que foi tão fácil porque assimilei realmente, e por experimentação, por vivência e prática.Ou seja, tudo que estudei e aprendi na teoria, tive a oportunidade de colocar em prática e fazer observações e reflexões à cerca.
Senti mais dificuldade realmente na disciplina de ludicidade, porque gostaria de ter estudado e lido todos os materiais que me dispuseram, mas realmente não tive tempo para isso devido às exigências da escola consegui fazer só o realmente necessário.Se tivesse outro semestre com essa disciplina acharia ótimo, envolve assuntos que me interessam muito.Na disciplina de Artes também gostaria de ter me aprofundado mais, mas vejo que a semente já está brotando, pois tenho trabalhado bem mais com as produções livres, de técnicas variadas e que propiciem as construções pessoais, utilizando a crítica, análise e percepção próprias.
O que me chama atenção, é que, no começo desse semestre 2008, aquilo que realmente aprendi me marcou de tal forma que esses conhecimentos surgem naturalmente conforme as novas disciplinas e suas novas atividades vão surgindo e solicitando-os.
domingo, 30 de março de 2008
link para minha linha do tempo
Visitando outros blogs de colegas,acho que uns dez agora à noite, encontrei a linha de tempo da Mara.Bastante diferente da forma que eu fiz,bem mais aplicada a área da informática.Fiquei me perguntando se não deixei o emocional falar alto demais devido às lembranças e acabei esquecendo um pouco da informática...Mas achei ótimo o trabalho da colega,da mais alta qualidade,parabéns!!!
Neuza,comparando nossas linhas de tempo,vi que conseguiste captar mais detalhes,foste mais além do que eu.Achei muito completa e enriquecedora tua descrição dos fatos.Parabéns!
Não consegui ver outras,talvez amanhã,ou depois...De qualquer forma o sono está vencendo a batalha hehehe
Beijos
Minha linha do tempo pode ser visualizada aqui:
http://www.xtimeline.com/timeline/Inform-225-tica-da-educa-231-227-o-no-Brasil-x-minha-vida
Neuza,comparando nossas linhas de tempo,vi que conseguiste captar mais detalhes,foste mais além do que eu.Achei muito completa e enriquecedora tua descrição dos fatos.Parabéns!
Não consegui ver outras,talvez amanhã,ou depois...De qualquer forma o sono está vencendo a batalha hehehe
Beijos
Minha linha do tempo pode ser visualizada aqui:
http://www.xtimeline.com/timeline/Inform-225-tica-da-educa-231-227-o-no-Brasil-x-minha-vida
linha do tempo-reflexão
Nossa,foi incrível,entrei no túnel do tempo!!!
Li os textos e depois comecei a procurar algum material que me ajudasse a lembrar o que eu fazia naqueles períodos.
Encontrei (bem escondido) um antigo diário desde 1978 até 1989!!
gente,como eu "falava" com Jesus.Eu escrevia cartas e cartas prá ele.Quando foi (e porque foi que eu deixei de fazer isso?
Como as amizades eram importantes na minha adolescêcia,prá elas eu sempre tinha tempo.E como todo adolescente eu me sentia altamente incompreendida.Algumas fases me causaram muita tristeza lembrar.Como quando tive de abandonar a faculdade...Mas com outras eu ri muito sozinha.
Cheguei a pesquisar no you tube os seriados que via quando era criança,de Vila Sésamo,Ultraman,Poderosa Ísis e o Sítio do Pica Pau.Quiz fazer uma comparação com os de agora e suas idéias.
Como eu era feliz e não sabia.
Mas valeu,foi muito bom.Os momentos ruins me fizeram concluir que tudo passa e que não fica sempre ruim!
A minha vida melhorou muito em todos aspectos e eu como pessoa,cresci muito.As transformações na área da informática foram demoradas e de uma luta constante,mas estão aí,cada vez com força maior.Acompanhando as transformações do país e como a própria educação,andando à passos lentos,crescendo na medida que se buscava transformações também na educação,década de 70.Hoje se tornou um dos maiores apoios na área da educação,tudo se busca na internet,e se encontra.Lembro quando surgiram na mídia os primeiros computadores,parecia algo futurista,tão distante...
Só lamento que todas pessoas,principalmente alunos,não tenham acesso à este aliado que é o computador.
Li os textos e depois comecei a procurar algum material que me ajudasse a lembrar o que eu fazia naqueles períodos.
Encontrei (bem escondido) um antigo diário desde 1978 até 1989!!
gente,como eu "falava" com Jesus.Eu escrevia cartas e cartas prá ele.Quando foi (e porque foi que eu deixei de fazer isso?
Como as amizades eram importantes na minha adolescêcia,prá elas eu sempre tinha tempo.E como todo adolescente eu me sentia altamente incompreendida.Algumas fases me causaram muita tristeza lembrar.Como quando tive de abandonar a faculdade...Mas com outras eu ri muito sozinha.
Cheguei a pesquisar no you tube os seriados que via quando era criança,de Vila Sésamo,Ultraman,Poderosa Ísis e o Sítio do Pica Pau.Quiz fazer uma comparação com os de agora e suas idéias.
Como eu era feliz e não sabia.
Mas valeu,foi muito bom.Os momentos ruins me fizeram concluir que tudo passa e que não fica sempre ruim!
A minha vida melhorou muito em todos aspectos e eu como pessoa,cresci muito.As transformações na área da informática foram demoradas e de uma luta constante,mas estão aí,cada vez com força maior.Acompanhando as transformações do país e como a própria educação,andando à passos lentos,crescendo na medida que se buscava transformações também na educação,década de 70.Hoje se tornou um dos maiores apoios na área da educação,tudo se busca na internet,e se encontra.Lembro quando surgiram na mídia os primeiros computadores,parecia algo futurista,tão distante...
Só lamento que todas pessoas,principalmente alunos,não tenham acesso à este aliado que é o computador.
sábado, 29 de março de 2008
matemática começando...
Por não poder estar indo todas as terças,(tem um local que dou aulas só terças e quintas,não tem como faltar quatro seguidas),perdi a presencial de matemática.Mesmo assim no feriadão de Páscoa,li todos materiais,atividades e solicitações e tentei realizar o que foi pedido,fiz um comentário das atividades que experimentei.Salvei e guardei nos meus arquivos,aguardando poder entrar num grupo
Publico aqui algumas das minhas impresssões,já que não consegui ainda um grupo para intercâmbio.
A brincadeira de tirar objetos em sala de aula, já a tinha feito algumas vezes.Os alunos adoram e ficam tentando advinhar o que é antes mesmo de descrever suas características.
Sinceramente, quanto ao jogo do coisin, não entendi “coisinha” nenhuma...Só fui entender depois que fiz o “Kaduko”,rsrsrs.
O jogo de par ou ímpar foi muito fácil talvez por envolver conhecimentos que já possuía sobre esse assunto.Não sei se poderia utilizar em sala de aula, na íntegra, pois conceitos como números primos não trabalhamos na série que atuo na escola.
Já o jogo dos nós vou tentar fazê-lo com pedaços de corda,mas penso que se torna mais "útil" ao propósito se apresentado no papel mesmo, achei muito interessante e que pode ajudar a desenvolver o raciocínio lógico.
Não pude participar da primeira aula presencial, talvez tenham realizado os jogos de baralho, que são feitos em grupo.Estou imprimindo para jogar com minha irmã, que está fazendo o curso extensivo ao ensino médio, de magistério.
Coloco o link da minha atividade 2 no pbwiki,se quiser olhar...
Beijocas
http://sidaufrgs.pbwiki.com/FrontPage
Publico aqui algumas das minhas impresssões,já que não consegui ainda um grupo para intercâmbio.
A brincadeira de tirar objetos em sala de aula, já a tinha feito algumas vezes.Os alunos adoram e ficam tentando advinhar o que é antes mesmo de descrever suas características.
Sinceramente, quanto ao jogo do coisin, não entendi “coisinha” nenhuma...Só fui entender depois que fiz o “Kaduko”,rsrsrs.
O jogo de par ou ímpar foi muito fácil talvez por envolver conhecimentos que já possuía sobre esse assunto.Não sei se poderia utilizar em sala de aula, na íntegra, pois conceitos como números primos não trabalhamos na série que atuo na escola.
Já o jogo dos nós vou tentar fazê-lo com pedaços de corda,mas penso que se torna mais "útil" ao propósito se apresentado no papel mesmo, achei muito interessante e que pode ajudar a desenvolver o raciocínio lógico.
Não pude participar da primeira aula presencial, talvez tenham realizado os jogos de baralho, que são feitos em grupo.Estou imprimindo para jogar com minha irmã, que está fazendo o curso extensivo ao ensino médio, de magistério.
Coloco o link da minha atividade 2 no pbwiki,se quiser olhar...
Beijocas
http://sidaufrgs.pbwiki.com/FrontPage
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
mpb para crianças,ritmo e andamento




Finalmente consegui colocar as fotos que tirei das crianças trablhando com MPB!!!!!!tentei no webfólio,não consegui(não sei se é o tamanho das fotos) lá gostaria que ilustrasssem o trabalho,como foi solicitado.tentei no pbwiki,muito menos...
Bem,ao lado na galeria, as crianças estão desenhando as músicas que ouviram e que escolheram no CD para trabalhar,que foram "peru" e "a casa".
Aqui elas estão marcando ritmo com pés,palmas e balanço dos braços,forma que eles encontraram para a parte lenta da casa.
FELIZ 2008 à todos!!!!!!
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